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sexta-feira, 18 de março de 2016

Peso para a porta da sala de aula

Um vaso de margarina, cheio de gesso, um pedaço de tnt e fita decorativa.

A Escola precisa encantar


terça-feira, 8 de março de 2016

domingo, 6 de março de 2016

O PAPEL DOS LIVROS EM SALA DE AULA


A criança que lê desenvolve seu senso crítico e aprende a escrever com mais facilidade. A leitura em sala de aula precisa ser prazerosa. Devemos incutir em nossos alunos que ler é gostoso, não é trabalhoso e que não exige muitos esforços. Então é imprescindível que as crianças convivam com os livros, também na escola, e que esta aproximação perpasse os conteúdos programáticos, que extrapole o desenvolvimento sistemático da escolarização. Alguns professores têm dificuldade em trabalhar a literatura em sala de aula, porque pensam que é algo solto, sem muito objetivo técnico e que a literatura só tem algum valor se acompanhada de algum ensinamento de cunho pedagógico. Assim, Bakhtin (1992) expressa sobre a literatura infantil abordando que por ser um instrumento motivador e desafiador, ela é capaz de transformar o indivíduo em um sujeito ativo, responsável pela sua aprendizagem, que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com a sua necessidade. Quando a criança lê, ela tem a possibilidade de reflexionar, interpretar, interrogar, duvidar e tecer críticas, capazes de fazê-la fugir de pensamentos estereotipados. Como escrevia Jacinto do Prado Coelho, “não há disciplina mais formativa que a do ensino da literatura. Saber idiomático, experiência prática e vital, sensibilidade, gosto, capacidade de ver, fantasia, espírito crítico – a tudo isso faz apelo à obra literária, tudo isto o seu estudo mobiliza”. Por um lado a escola quer explorar o desenvolvimento social, emocional e cognitivo do aluno, mas em contrapartida apresenta uma leitura que eles não se identificam e fazem-no somente por obrigação. A literatura deve ser uma aliada do professor, ajudando-o a formar leitores reflexivos. De forma contraditória, o professor dificulta o processo, em alguns casos, por não gostar de ler. Segundo Luiz Raul Machado, especialista em literatura infantil "não se contrata um instrutor de natação que não sabe nadar, no entanto as salas de aula brasileiras estão repletas de pessoas que, apesar de não ler, tentam ensinar". O Rubem Alves diz:” O livro é um brinquedo com letras”. Então convido a escola para entrar nesta brincadeira.

 Educadora Cris Souza 
01.03.2016 

www.educadoracris.blogspot.com
www.livrosdesergipe.com

Armadilha para prender o Aedes




Aedes de garrafa pet


Ponteiras para a Páscoa


Mural de aniversário bem simples e lindo

Mural fácil de confeccionar e a sala fica uma fofura.
Educadoracris

Jarrinho de garrafa pet

Reciclando e cuidando da natureza, é isso aí. Vamos fazer um jardim na escola com a gurizada ou este lindo jarrinho serve para presentear as mães, em maio.

Mural para Páscoa

Quando eu estava na Creche Maria Givalda, fiz este mural aí, coisa linda demais, dá para fazer viu moçada, só o olhômetro.

Dominó dos numerais

Com caixas de sabão em pó, EVA  e cola quente, dá para fazer estes dominós numéricos, para ensinar a gurizada a contar.

Fantoche do Aedes





Fantoches lindos e as crianças podem fazer e colorir. Depois colocam o braço por  dentro para manipular o mosquito e pronto, hora de ensinar e aprender que a prevenção é a melhor opção. Vamos dar adeus ao Aedes.

Velas que espantam os mosquitos e perfumam o ambiente

Para que gastar com velas novas? vamos apender a fazê-las, usando as essências que espantam os mosquitos. Precisamos dar nossa parcela de contribuição, a nossa saúde agradece e o nosso bolso.

90 ml de óleo de cozinha usado filtrado;

– 3 colheres de parafina;
– Pote de vidro;
– Pavio encerado;
– Essência de lavanda, citronela, hortelã, crisântemo, manjericão e alecrim.

Como fazer:
– Num pote de vidro que possa ir ao microondas, coloca o óleo e a parafina;
– Leva ao microondas por 30 segundos, retira e mexe para ajudar a derreter. Leva novamente ao microondas por 30 segundos. Repete até que a parafina derreta por completo;
– Após a parafina estar totalmente derretida coloca a essência (por exemplo 10 gotas de essência de citronela, que ajuda a afugentar os mosquitos);
– Coloca a mistura no pote e, enquanto arrefece, coloca o pavio centrado e preso com uma mola da roupa;
– Quando estiver bem fria, retira a mola da roupa e corta o excesso de pavio com uma tesoura, deixando mais ou menos 1 cm acima da vela.

Ah, dá até para fazer e presentear as mães, em maio, boa ideia, vcs não acham?

Reciclando giz cera

Vamos economizar que as coisas estão difíceis. Nada de jogar lápis de cera fora, vamos juntar durante o ano letivo os pedaços e depois é só reciclar, colocando a massa derretida na forma que quiser, em formatos redondos, de coração, estrela, o que a imaginação inspirar. Como fazer? veja:
Leva o tabuleiro ao forno a uma temperatura de 250 ºC durante 6 a 8 minutos, verificando continuamente se os lápis de cera já estão derretidos. Quando estiverem completamente derretidos, retira o tabuleiro do forno e colocar na forma escolhida. Deixa esfriar por completo antes de retirar das respetivas formas – os novos lápis de cera terão de solidificar. Pronto, agora é só deixar a molecada se divertir.

O Papel do Coordenador Pedagógico

Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política,social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
Conforme Almeida(2003), na formação docente, "é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades", sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação.Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico(práxis), concebe a confiança, o respeito entre a equipe e favorece a constituição como pessoas.
Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.
Como ressalta Alves(apud Reis,2008) "homens que através de sua ação transformadora se transformam.É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam oa mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas."
Assim, é papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentivo a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.
Os órgãos colegiados são espaços que proporcionam essa formação à medida que a participação, o compromisso e o protagonismo de seus componentes, pais, alunos, professores, coordenação e direção, ocasionem transformações significativas nesse ambiente.Cabe ao coordenador atuar coletivamente e visualizar esses espaços como oportunidades para o desempenho das suas funções.
Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.
Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.
Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse sujeito pode promover significativas mudanças, pois esse trabalha com formação e informação dos docentes, principalmente.O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.
O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.
TEXTO: Suelen Silva Lima